Para o deputado, ficou claro que, apesar da boa intenção do grupo de MS, quem terá que capitanear esse processo é a União.
Para acabar com os conflitos por terras envolvendo indígenas e produtores, o trabalho será maior e mais amplo do que se esperava.
Discutimos com ela a proposta que construímos para buscar o fim dos conflitos agrários envolvendo os povos indígenas e os produtores rurais.
Falei sobre esse esforço conjunto hoje na Assembleia Legislativa. Queremos paz no campo e vamos trabalhar para que isso se concretize.
O deputado defende que a agricultura mecanizada tenha mecanismos de controle para evitar assoreamento e minimizar impactos nos rios.
Compartilho com vocês a fala que fiz hoje na tribuna da Assembleia Legislativa sobre a questão ambiental dessa simbólica região do estado.
Este paraíso do ecoturismo nacional mais uma vez tem episódios de turvamento das águas e desaparecimento dos peixes em algumas localidades.

